Plano de Expansão dos Transportes Metropolitanos em SP


Plano de Expansão dos Transportes Metropolitanos em SP

 
 
 
Composição da mesa : Vereador da região Toninho Paiva,Marcos Kassab,José Garris Del Valle,Juarez Neves e o Subprefeito da Vila Formosa/Aricanduva Eduardo Hadad   
Marcos Kassab
Engenheiro e economista, especialista em custos, planejamento e controle de transporte de passageiros e de cargas.
Diretor de Planejamento e Expansão dos Transportes Metropolitanos – Metrô SP
Palestrante do Ciclo de Debates que vem sendo promovido pela Assoc. Com.de São Paulo– Distritais
 Urbanista engenheiro Vagner Landi faz um resumo da palestra de Kassab
 
Tive o prazer de assistir pela segunda vez esta palestra muito interessante sobre o Plano de transporte público para a região metropolitana de São Paulo, envolvendo transporte de passageiros, como ônibus, trens e metrô, projetos para 2015-2020-2030,
 Marcos Kassab em vídeo-show começou sua palestra enfocando a região metropolitana de São Paulo com seu 39 municípios, 21 milhões de habitantes em 8,05 Km2.
Principal meta é tornar possível uma população que cresce a cada dia com um melhor transporte público com redução do tempo de ida e volta para o trabalho-casa.
O balanço social para o Metrô para uma melhor qualidade de vida para a população está diretamente ligado ao tempo gasto pela população em chegar ao destino final, redução dos derivados de petróleo que são os poluentes atmosféricos, redução das doenças respiratórias e neurológicas, tudo por causa do trânsito, pois quanto mais Metrô na região metropolitana menos trânsito, esta regra é considerada válida e fácil de ser entendida.
Outro fator importante que Prefeitura e Estado trabalham em conjunto é o projeto de revitalização do centro expandido com criação de mais moradias econômicas, trazendo o trabalhador a morar perto do seu emprego no centro da cidade, recuperando edifícios degradados.
Também existem projetos de centros expandidos em regiões longe do centro da cidade, proporcionando empregos próximos as moradias.
 
Resumo do que é o PLANO DE EXPANSÃO:
Criação de sistemas de trilhos com 240 km em média com qualidade de Metrô,expandindo a CPTM com 107 novos trens,
Reforma da frota existente de Trens e Metrô,
Implantação de ônibus metropolitanos com qualidade e conforto,
Novo sistema de transporte tipo Metrô-Leve,que é o Monotrilho.
Investimento: R$ 21 Bilhões,sendo R$ 2 Bilhões da prefeitura.
 
Monotrilho: Sistema Elétrico,roda sobre pneus,sendo o trem para 1600 passageiros,sem ruído e mais econômico e pode ser implantado no solo ou aéreo.Este projeto tem uma linha em projeto que vai da Vila Prudente,Orfanato,Água Rasa,Vila Formosa,Guilherme Giorgi,Aricanduva,Penha,Penha de França,numa capacidade de 600 mil passageiros/dia até 2014,chamada de Linha Branca.
 
Um dado relevante apontado por Kassab é que 700 mil pessoas em média passam por dia na Estação Sé do Metrô, considerada a segunda maior estação do mundo, ficando atrás apenas da estação russa em Moscou,
 
Outra linha muito importante para São Paulo é a linha que vai da Vila Sônia até a estação da Luz, que vai se tornar operacional em 2012, com o seguinte trajeto:
Vila Sônia, Morumbi, Butantã, Pinheiros, Faria Lima, Fradique Coutinho, Oscar Freire, Paulista, Higienópolis, República e Luz, numa capacidade para 705 mil/dia para a fase 1 em 2010 e 970 mil/dia para a fase 2 em 2012,de passageiros transportados,chamada de Linha Amarela.
 
Outra frase bem colocada por Marcos Kassab é que o Metrô só funciona com uma perfeita Integração entre Ônibus, Trens, Automóveis, Motos, Bicicletas e Pedestres.
 
Outra linha que já está funcionando é a Linha 5 – Lilás, que vai do Capão Redondo até o Largo Treze e em implantação até a Chácara Klabin, que hoje suporta até 130 mil/dia e 644 mil/dia até 2012.
 
Mais uma frase colocada por Kassab, que Conceito de Qualidade de Metrô é o Conceito Medido pela População.
 
Estão terminando os estudos da Linha Ouro que irá do Jabaquara até o Morumbi, com serviço de atendimento ao Aeroporto de Congonhas, sendo muito importante, pois vai conectar quatro linhas de Metrô, dando opções para várias regiões da capital, que deverá ser implantada com antecedência com a verba do Governo Federal ao projeto da Copa do Mundo de 2014.
 
Outra linha prevista para 2014 é a linha 6- Laranja que terá capacidade para 600 mil/dia,que ligará a Estação São Joaquim até Cachoeirinha.
 
A linha 16 – Prata é um projeto de Monotrilho que ligará a Lapa até Cachoeirinha com 250 mil/dia de passageiros.
 
Expansão Aeroporto com trens rápidos para Guarulhos que são as linhas 13 – Jade e 14 – Ônix.
Aí temos alguns problemas,pois investidores temem que o investimento não seja confiável quanto às estações não vingarem em sua trajetória,até que a terceira fase do Terminal do Aeroporto de Guarulhos entre em obras até sua conclusão,que poderia contemplar o Trem Bala,vindo de ponto estratégico em estudos até Guarulhos e Rio de Janeiro.
 
Todas estas linhas e projetos implantados têm como principal objetivo é a diminuição do tempo gasto por passageiros e melhor conforto.
 
Quanto aos trens metropolitanos CPTM,todos têm como finalidade é o conforto igual ao do Metrô,confiabilidade,segurança pessoal e sinalização ,rapidez com redução do tempo de intervalo de até 5 minutos,mais qualidade nas estações e principalmente nos trens.
 
A meta que está sendo muito bem esperada pelos profissionais do Metrô é que em breve será considerado o 1º no mundo em acessibilidade para deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida que são os idosos, gestantes, obesos.
 
Este foi um resumo da excelente exposição de Marcos Kassab que consegui em tender e passar para meu Blog e senti que estamos no caminho certo, mas não concordei com situações que a atual administração é contra demolições que gera impacto social, mas temos que ver que temos várias avenidas em São Paulo que necessitam de ampliações, pois seus entornos estão degradados e com muitos imóveis fechados, como por exemplo, a Avenida Celso Garcia trecho Largo da Concórdia até Av. Salim Farah Maluf, a qual defende há muitos anos e Amador Bueno trecho Penha, que podem ser contempladas com uma Operação Urbana prevista no Novo Plano Diretor de São Paulo, também muito comentado em meu Blog.
 
Então uma das minhas perguntas para Marcos Kassab foi que já aproveitando ao que foi falado que desapropriações geram impactos sociais, acho que no caso da Celso Garcia e Amador Bueno não teria problemas, pois 72% dos imóveis lindeiros a essas avenidas encontram-se em estado lastimável, abandonados na conservação, fechados ou encortiçados e tendo previsto no PD poderia ser uma válvula de escape para implantação de monotrilhos, faixas para automóveis, corredor de ônibus, bicicletas, motos, que ajudaria em muito a fluidez do transito tanto para a Nova Marginal como para a Radial Leste.
Ainda comentei que poderíamos unir estas duas Operações Urbanas com um Túnel com apenas 1.700 metros passando por debaixo do Centro Histórico da Penha,para automóveis,ônibus e Metrô,projeto este de criação minha Vagner Landi e da arquiteta Paula Zanelato,tendo início na famosa Ladeira da Penha,terminado logo após o Cemitério da Penha.
 
Marcos Kassab é favorável as Operações Urbanas pois trazem uma reurbanização para a região e propiciam geração de empregos com novos empreendimentos,mas salientou que este é um problema da prefeitura e não da SPTRANS,CPTM e Metrô.
 
 
 
 
 
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Câmara propõe alvará provisório ao comércio em São Paulo


 

Câmara propõe alvará provisório ao comércio em São Paulo

Câmara propõe alvará provisório ao comércio em São Paulo

Projeto assinado por todos os vereadores entra hoje em discussão, mas não oferece anistia ao comerciante.

por  Ivan Ventura – 11/5/2010 – Diário do Comercio

 

Urbanista Engenheiro Vagner Landi 

 

Aprovação do projeto de lei, que tem apoio da totalidade dos vereadores de São Paulo, vai beneficiar 90% dos comerciantes irregulares na cidade.

Depois de quase oito meses de debates, os vereadores de São Paulo apresentaram no início desta semana o projeto de lei (PL) nº 189/2010 que propõe a criação de uma Licença Preliminar de Funcionamento para o comércio da cidade. Em outras palavras, ele cria um alvará provisório de funcionamento, até que o comerciante obtenha o documento  que regulariza definitivamente a atividade comercial e de serviço. O prazo do alvará provisório será de seis meses, prorrogáveis por mais seis. Dependendo do caso, é possível obter uma prorrogação por tempo indeterminado.

O novo projeto de lei deverá facilitar ainda mais a emissão do alvará de funcionamento pela internet. Hoje, a adesão é baixa diante dos impedimentos previstos na lei municipal.

O PL começa ser discutido hoje na Câmara Municipal e conta com o apoio dos 55 vereadores. Acredita-se que até a próxima quarta-feira o projeto seja aprovado em primeira votação. Depois, haverá audiências públicas e o PL será submetido a uma segunda votação e, por fim, à sanção ou veto do prefeito Gilberto Kassab.

O projeto de lei é amplo e consolida antigos projetos de vereadores e ideias dos comerciantes que começaram a ser discutidos na época da ex-prefeita Marta Suplicy. Desde então, a quantidade de estabelecimentos sem alvará de funcionamento só cresceu na cidade. Atualmente, mais de 90% dos quase 1 milhão de estabelecimentos comerciais e de serviços estão em situação irregular por diversos motivos, entre eles a situação do imóvel.

O projeto ataca questões relacionadas ao imóvel e outras previstas na lei municipal, o que muitas vezes impede ou retarda o surgimento de novos negócios em São Paulo. Por exemplo, o PL define que os problemas não relacionados ao estado do imóvel têm até um ano (seis meses e mais seis meses) para ser resolvido pelo comerciante. Essas informações deverão ser apresentadas à Prefeitura e precisarão ser atestadas por um engenheiro contratado pelo comerciante – e que ficará responsável pela credibilidade das informações.

Se a irregularidade estiver relacionada ao imóvel, o PL prevê a chamada separação ou desvinculação da atividade comercial do imóvel. Ou seja: o negócio será aberto de maneira oficial e será reconhecido pela Prefeitura, independentemente das condições do prédio, isto é, mesmo que não haja um parecer da fiscalização sobre as exigências municipais e estaduais. Também nesse caso, um engenheiro nomeado pelo comerciante será o responsável pelas informações prestadas à Prefeitura.

 

 

Nesse caso, o dono do imóvel terá seis meses para regularizar sua propriedade. Se esse prazo não for suficiente, o PL prevê uma prorrogação por mais seis meses, até a solução do problemas que impede a emissão do alvará permanente. Essa novidade prevista no projeto de lei deverá ajudar os comerciantes da região central da cidade, que não possuem alvará de funcionamento por conta de municipais criadas no final do século 20 e que precisam ser atendidas por donos de imóveis muitas vezes erguidos no século anterior.

Sobre os imóveis, o projeto de lei diz: “No caso da inexistência de instrumento legal hábil à regularização da edificação junto ao órgão municipal competente, a Licença Preliminar de Funcionamento poderá ser revalidada a cada seis meses até a solução deste impedimento”.

“É a chamada inversão do ônus da prova. Se em 30 dias a Prefeitura não se manifestar (contra ou a favor), o comerciante será notificado a retirar a Licença Preliminar de Funcionamento. Para isso há uma condição: o comerciante deverá obter os documentos e cumprir as exigências municipais, que continuam valendo”, disse o vereador Chico Macena (PT).

A concessão de um alvará provisório também se aplica aos casos em que o comerciante já entrou com o pedido de regularização do negócio e ainda aguarda uma manifestação da Prefeitura. “Essa é outra inovação do projeto. A proposta alcança os casos em aberto na Prefeitura. Com isso, esperamos resolver os problemas dos mais de 90% dos comércios irregulares na cidade”, disse o relator do projeto, vereador Dalton Silvano (PSDB).

De acordo com o vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Roberto Mateus Ordine, o projeto de lei em fase de discussão ilustra uma antiga luta da entidade em favor do comerciante. Segundo ele, o projeto não anistia nenhum comerciante. Pelo contrário. “Isso não é uma anistia. Conheço o caso de um comerciante que teve de corrigir um pequeno detalhe na reforma do seu estabelecimento. O problema foi corrigido, mas, até agora, o fiscal municipal não foi visitar esse mesmo comerciante. Quer dizer, há um defeito que está sendo corrigido com o projeto. A culpa não é do comerciante. Que anistia é essa?”, questionou Ordine.

 

Dalton Silvano (PSDB) falou da proposta de lei para regulamentar os alvarás de funcionamento. “A licença preliminar prevê que os imóveis que não têm o habite-se terão uma autorização.”

Carlos Apolinário (DEM) tratou do projeto de regularização dos alvarás de funcionamento. “Hoje a grande maioria do comércio em São Paulo está irregular, porque a Lei atual exige tantos documentos que quase ninguém consegue se regularizar corretamente. Temos realmente de debater uma legislação mais clara, mais enxuta.” O vereador, porém, ponderou alguns aspectos da licença provisória de seis meses, que consta na nova proposta.

 

Opinião do eng.urbanista Vagner Landi (Membro da Comissão de Política Urbana da Associação Comercial de São Paulo – Distrital Tatuapé), especialista em aprovações de projetos e licenciamentos na capital paulistana.

A principal dúvida é a parte de segurança das edificações para construções do século passado, por exemplo, que não têm condições de se adequarem a legislação atual, mas este fato pode ser resolvido com a legislação atual do Corpo de Bombeiros que em seus arquivos e históricos das edificações com aprovações anteriores não atualizadas em renovações de Auto de Vistorias do Corpo de Bombeiros (AVCB) destes imóveis, fato este que não vejo razão para preocupações, mas lógico que terão que se adequar ao mínimo exigido quanto à estabilidade e cobertura com extintores e sinalizações ou escadas externas de emergências se for o caso.

A grande chave de tudo é dar a Licença Provisória de Funcionamento mesmo que o imóvel esteja irregular no seu lançamento predial no cadastro municipal do contribuinte.

Por exemplo; Em minha opinião, o contribuinte protocolaria o projeto com as medidas fieis ao existente, colocando no quadro de áreas construídas em plantas a área regularizada que consta no cadastro da prefeitura (CEDI) e a área a mais irregular, proporcionando a prefeitura o lançamento desta área onerando o contribuinte apenas do pagamento do IPTU desta área não conhecida pela prefeitura e no decorrer da análise do processo os documentos faltantes tanto da parte escritural e da segurança da edificação que deverá ser atestada por engenheiro ou arquiteto responsável pela edificação com a devida ART-CREA, conforme exigências hoje Decreto 49.969/08 e conforme a metragem ou lotação do estabelecimento haverá exigências quanto à estabilidade, instalações elétricas e segurança da edificação

Este ponto é o mais importante, pois nunca foi proporcionada ao contribuinte esta flexibilidade da desvinculação do uso conforme em relação à regularidade da edificação.

Quanto aos prazos de apresentação das exigências que serão pedidas pela prefeitura é muito bom,pois em seis meses após o protocolamento do processo é possível atender todas as exigências exceto as edificações em estado deteriorado,mas este prazo poderá ser esticado em mais seis meses para execução das obras de adequações.

Não podemos também criticar que a fiscalização da prefeitura é severa e que causa dificuldades para o contribuinte, também esta mesma fiscalização encontra donos de imóveis que não atendem as exigências em Lei e jogam a culpa na fiscalização. A Lei tem que ser cumprida e tem que ser fiscalizada para que tenhamos uma cidade correta e com uma melhor qualidade de vida.

Parabéns a todos os vereadores de São Paulo, por este empenho em favor dos imóveis não residenciais na cidade de São Paulo.

 

 

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Urbanistas defendem menos burocracia em regularizações em SP


Urbanistas defendem menos burocracia em regularizações
 

Matéria editada na Gazeta do Tatuapé e Gazeta da Zona Leste de SP

 Na última quarta-feira, 12, as arquitetas e urbanistas Helena Werneck, Paula Zanelatto e o engenheiro Vagner Landi, proferiram palestra na Distrital Tatuapé da Associação Comercial de São Paulo, em defesa da regularização do comércio, mesmo que de forma preliminar, desde que obedecendo às normas de segurança estabelecidas por órgãos da Prefeitura e Corpo de Bombeiros.

Para Helena, a cidade vem se desenvolvendo de maneira aleatória. Aliás, segundo ela, esta informalidade faz parte da história do Brasil, com o desenvolvimento ocorrendo sem regras e parâmetros, com a lei do mais forte servindo de direção para o País.

DESCONTROLE

A arquiteta lembrou que somente em 1808, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, o país passou a ter um caráter mais formalizado em todos os seus aspectos. Helena ressaltou o fato de que em 1930 o Brasil e, especialmente São Paulo, assumiram a característica moderna e se colocaram no processo de globalização. “Por mais que a era Getulio Vargas tenha aplicado regras jurídicas e administrativas ao país, a informalidade permanece”, relembra ela.

Paula Zanelato diz que a exclusão de grande parte da capital do mercado formal imobiliário se deve à ausência do controle do uso e da ocupação do solo, à complicada legislação urbanística, à aplicação discriminatória das normas e à burocracia excessiva na aprovação dos pedidos de licença de funcionamento e aprovação de projetos.

IRREGULARIDADE

Conforme ela, apenas 25% dos pedidos de alvarás são aceitos na Prefeitura, porque os demais não cumprem as exigências da legislação. Em Cidade Tiradentes, por exemplo, apenas oito imóveis não residenciais são regularizados. “Em conseqüência, a São Paulo legal tornou-se espaço da minoria. Na maioria dos bairros, o que é regular se tornou exceção, e a irregularidade, a regra”, constatou a urbanista.

O engenheiro destacou que milhares de proprietários de bares, igrejas, lojas, restaurantes e outros tantos tipos de estabelecimentos abrem as portas irregularmente na capital, dia após dia, certos da impunidade. “No ano passado, a Prefeitura autuou mais de 4 mil proprietários de imóveis em desacordo com as leis de uso e ocupação do solo. As ações de fiscalização, porém, são, na maioria das vezes, motivadas por denúncias de vizinhos incomodados com os transtornos provocados por imóveis que infringem regras urbanísticas”, avisou Landi.

ESTABILIDADE

Ao recordar da São Paulo antiga, o engenheiro afirmou que, entre 1972, data da entrada em vigor da primeira lei de zoneamento de São Paulo, até 2004, a cidade teve oito leis de anistia, que perdoaram os infratores. “Mesmo assim, poucos se deram ao trabalho de regularizar seus imóveis”, confirmou ele. Segundo Landi, de nada adianta, porém, ser rígido e burocrático na autorização de instalação. É preciso acompanhar a construção dos empreendimentos e exigir deles a estabilidade das instalações que atenderão o público.

 

Sérgio Murilo Mendes

(Edição de 16 a 22 de maio de 2010)

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