Subprefeitura do Tatuapé,uma realidade próxima para a Z.Leste


Urbanista apóia criação da Subprefeitura do Tatuapé

 

Subprefeitura do Tatuapé voltará a ser assunto, pois o bairro necessita ser liberto e não pode mais estar subordinado a Subprefeitura Mooca que já é uma Administração  pública inchada que não pode atender os bairros do Brás, Mooca, Belém, Tatuapé, Canindé, Parque São Jorge, Água Rasa, pelo crescimento urbanístico e populacional.

Projetos já existe na Câmara  Municipal ( ver abaixo),que poderá recuperar parte perdida na administra;ao de Luisa Erundina que é o Jardim Anália Franco que hoje situa=se no bairro da Vila Formosa e pertence a Subprefeitura Vila Formosa/Aricanduva

O bairro do Tatuapé com seus 8,2 KM2 de área poderá com sua Subprefeitura abranger uma área de 15,4 KM2,tem de renda mensal por família em torno de R$ 4.000,00,com faixa maior tendendo para classe B,com cerca de 85 mil habitantes

 http://www.camara.sp.gov.br/projintegrapre.asp?fProjetoLei=389%2F04&sTipoPrj=PL

 

 

Um bairro com pouca área verde

 

O bairro de maior crescimento da Zona Leste de São Paulo possui 3,86 m² de área verde para cada um deles, isso contando desde pequenos canteiros e jardins até grandes parques, segundo dados da SVMA (Secretaria do Verde e Meio Ambiente), publicados no Atlas Ambtal de 2003 – último registro.  Este é um índice considerado baixo, já que a OMS (Organização Mundial da Saúde) estabelece que o índice de área verde por região deve ser igual ou superior a 12m² por habitante urbano.

A situação torna-se ainda mais preocupante se lembramos que, no próximo ano, o Tatuapé deve receber cerca de 50 mil novos moradores, que devem ocupar os lançamentos imobiliários e dividir o mesmo ar com os habitantes já existentes, pois ao que se percebe o índice de áreas verdes não tem acompanhado o crescimento imobiliário e comercial do bairro.

A cobertura vegetal é o principal componente regulador do clima dentro do espaço urbano, pois é capaz de neutralizar os efeitos negativos, como a elevação de temperatura e a poluição do ar, sendo assim, é indispensável em um lugar como o Tatuapé, com grande concentração de visitantes por conta das estações de trem e metrô, bares e shoppings centers, sem contar a poluição ocasionada pelos veículos, que favorece a má qualidade do ar.

Legislação atual

Na legislação atual os empreendedores são obrigados a manter, nos terrenos edificados, pelo menos a mesma quantidade de árvores cujo corte for autorizado e 15% do solo deve ser permeável. Para cada dez cortes autorizados foi determinado o plantio interno de 17 árvores em 2005, 29 em 2006 e 34 em 2007, em média.

 Opinião do eng.Urbanista Vagner Landi, já publicado em jornais

O Bairro do Tatuapé

TATUAPÉ,
Um crescimento que a Prefeitura não acompanha…

 O Tatuapé, bairro considerado um dos três mais valorizados juntamente com Vila Nova Conceição e Campo Belo na Capital Paulistana.

Privilegia-se em ter uma alta cotação de possuir em sua população aproximadamente 50% da classe média contra a média na Capital de 30% com uma fonte de renda familiar de 4.000 reais por mês.
As construtoras e imobiliárias modernizaram-se e são consideradas as melhores em negócios de São Paulo sendo responsáveis pelo alto poder de valorização dos imóveis e empreendimentos comerciais proporcionando a Prefeitura maior arrecadação de impostos e o melhor visual arquitetônico moderno dos imóveis em torno das vias publicas.
Um grande problema é que a Prefeitura não acompanha este crescimento arquitetônico deixando nossas praças publicas sem conservação, ruas e avenidas sem sinalização de solo, sem projetos de modernização urbana e o transito caótico em vias de mão dupla.
O Tatuapé para crescer ordenadamente, tem que ter uma união entre os comerciantes e a maior participação das agencias bancarias em ajudar a reformar o mobiliário urbano, as nossas praças, pois hoje só se fala em parcerias e se dependermos apenas da Prefeitura, o bairro chegará ao colapso caminhando para a desvalorização acentuada.
Intervenções Urbanas nos principais pontos do Bairro serão necessários por parte do poder público para a melhor qualidade de vida da população deste bairro tão querido.

 

 

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NOSSA SENHORA APARECIDA,minha LUZ DIVINA


 

NOSSA SENHORA APARECIDA,minha LUZ DIVINA

 

 

 

 

 

 

Foto da imagem original de Nossa Senhora Aparecida na Basílica de Aparecida     

Capela das velas,onde sempre acendo velas no tamanho da altura das pessoas que eu adoro e tenho grande estima.

Aprendi com meus pais Amélia e Gaetano (in memorian),

-Que a fé é muito importante para nós e  foi em Nossa Senhora Aparecida que me apeguei desde pequeno.

A minha fé na SENHORA é muito grande pois não vivo sem pensar um dia na SENHORA,agradecer tudo o que tenho,meus amores,meus amigos e o principal,

 A FAMÍLIA,que é o Berço de Tudo.

Tenho uma família maravilhosa,todos devotos de NOSSA SENHORA,graças a educação e o respeito vindo dos nossos pais.

MUITO OBRIGADO MINHA NOSSA SENHORA APARECIDA POR TUDO QUE TENHO !!!

 

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Edifício Martinelli,Patrimônio Histórico de Sampa


Edifício Martinelli,Patrimônio Histórico de Sampa

Engenheiro Urbano Vagner Landi

Abro um espaço em meu Blog para mostrar um edifício ao qual frequento de duas a três vezes por semana para acompanhar meus processos e projetos em andamento na Secretária de Licenciamento Urbano ( Antiga Sehab ) e rever muitos amigos que conquistei nestes mais de trinta anos de profissão que trabalham neste órgão municipal que aprova os principais projetos arquitetônicos desta megalópole que é São Paulo

 

Este edifício trata-se do Martinelli localizado na esquina da São João com a São Bento que abriga muitos departamentos da Secretaria da Habitação e da Emurb , órgãos com os melhores técnicos entre engenheiros e arquitetos da nossa capital.

obra terminada em 1929(foto)

História

No começo do século passado um imigrante Italiano desembarcava no Porto do Rio de Janeiro – seu objetivo era o mesmo de tantos outros que chegavam a América: Prosperar!
Esse imigrante, chamado Giuseppe Martinelli, foi excepcionalmente bem sucedido e em pouco mais de duas décadas havia construído um respeitável patrimônio.
Desejoso por deixar um legado mais permanente de seu trabalho, além de sua importante empresa de navegação em Santos, o Comendador Martinelli decide erguer na cidade São Paulo o mais alto arranha-céu da América do Sul, o Edifício Martinelli.

Em 1889 um imigrante Italiano desembarcava no Porto do Rio de Janeiro – seu objetivo era o mesmo de tantos outros que chegavam a América: Prosperar!

Esse imigrante, chamado Giuseppe Martinelli, foi excepcionalmente bem sucedido e em pouco mais de duas décadas havia construído um respeitável patrimônio.

Desejoso por deixar um legado mais permanente de seu trabalho, além de sua importante empresa de navegação em Santos, o Comendador Martinelli decide erguer na cidade São Paulo o mais alto arranha-céu da América do Sul, o Edifício Martinelli.

fotos de como era antes do Martinelli,Av. São João com Líbero Badaró

A obra prometia uma enorme polêmica, pois a São Paulo de então não possuía nenhum edifício de grande estatura, sendo raros os prédios com mais de 5 andares. Planejado para alcançar a barreira dos 100 metros de altura, em uma estrutura não apenas alta como significativamente larga, o Edifício Martinelli marcaria uma transição para a era dos arranha-céus. Passou por momentos difíceis – inclusive, chegou-se a cogitar a sua demolição. Mas o prédio foi recuperado e voltou a ser um orgulho para a cidade..

Em 1924 deu início à construção do prédio projetado para ter 12 andares, num grande terreno na então área mais nobre da capital, entre as ruas São Bento, Líbero Badaró e avenida São João. O autor do projeto era o arquiteto húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena.

Todo o cimento da construção era importado da Suécia e da Noruega, pela própria casa importadora de Martinelli. Nas obras trabalhavam mais de 600 operários. 90 artesãos, italianos e espanhóis, cuidavam do esmerado acabamento. Os detalhes da rica fachada foram desenhados pelos irmãos Lacombe, que mais tarde projetariam a entrada do túnel da av. 9 de Julho. Diversos imprevistos prolongaram as obras: as fundações abalaram um prédio vizinho – problema resolvido com a compra do prédio por Martinelli; os cálculos estruturais complexos levaram à importação de uma máquina de calcular Mercedes da Alemanha.

Enquanto isso, Martinelli não parava de acrescentar andares ao edifício, estimulado pela própria população que lhe pedia uma altura cada vez maior – de 12 passou para catorze, depois dezoito e em 1928 chegou a vinte. Nessa época o próprio Martinelli já havia assumido o projeto arquitetônico, e, não se satisfazendo em fiscalizar diariamente as obras, também trabalhava como pedreiro – retomando assim a profisssão que exercera na juventude na Itália – e demonstrava enorme prazer em ensinar aos operários mais jovens os macetes da profissão.

Quando o prédio atingiu vinte e quatro andares, foi embargado, por não ter licença e desrespeitar as leis municipais – havia um grande debate na época sobre a conveniência ou não de se construir prédios altos na cidade. A questão foi parar nos tribunais e assumiu contornos políticos, sendo aproveitada pela oposição para fustigar Martinelli e a prefeitura municipal. A questão foi resolvida por uma comissão técnica que garantiu que o prédio era seguro e limitando a altura do prédio a 25 andares. O objetivo de Martinelli, contudo, era chegar aos 30 andares, e o fez construindo sua nova residência com cinco andares no topo do prédio – tal como Gustave Eiffel fizera no topo de sua torre.

O Martinelli impressionava não só pelas dimensões como pela rica ornamentação e luxuoso acabamento: portas de pinho de Riga, escadas de mármore de Carrara, vidros, espelhos e papéis de parede belgas, louça

sanitária inglesa, elevadores suíços – tudo o que havia de melhor na época; paredes das escadas revestidas de marmorite, pintura a óleo nas salas a partir do 20º andar, 40 quilômetros de molduras de gesso em arabescos.

O prédio possui reentrâncias, comuns nos hotéis norte-americanos da época, para ventilação e iluminação, e apresenta as três divisões básicas da arquitetura clássica: embasamento, corpo e coroamento. O embasamento é revestido de granito vermelho; no coroamento, falsa mansarda de ardósia. O corpo é pintado em três tons de rosa e recoberto de massa cor-de-rosa, uma mistura de vidro moído, cristal de rocha, areias muito puras e pó-de-mica, que fazia a fachada cintilar à noite. O revestimento tem três tons de rosa. O Martinelli inspirou Oswald de Andrade a chamar pejorativamente São Paulo de “cidade bolo de noiva”.

Entre os inquilinos do prédio, partidos políticos como o PRP, jornais, clubes (ente eles o Palmeiras e a Portuguesa), sindicatos, restaurantes, confeitarias, boates, um hotel (São Bento), o cine Rosário, a escola de dança do professor Patrizi. O tino comercial do Comendador Martinelli se revelava até nas empenas cegas do prédio, que serviam de outdoor gigante para uma série de produtos, entre eles a “pasta dental Elba”, o “café Bhering” e a aguardente Fernet Branca – importada pelo próprio Martinelli.

Mesmo antes de sua conclusão o prédio já havia se tornado um símbolo e ícone de São Paulo – em 1931 o inventor do rádio, Guglielmo Marconi, visitou a cidade e foi levado até o topo do edifício. Quando o Zeppelin sobrevoou a cidade em 1933, deu uma volta em torno do Martinelli.

Contudo, para o Comendador a construção do prédio acarretou sérios problemas financeiros, e em 1934 foi forçado a vender o edifício para o governo da Itália. Em 1943, com a declaração de guerra do Brasil ao eixo, todos os bens italianos foram confiscados e o Martinelli passou a ser propriedade da União, tendo inclusive sido rebatizado com o nome de Edifício América.

Com o fim da II Guerra, a cidade entrou em uma fase de enorme progresso que se refletiu em um boom imobiliário. Em 1947 o Martinelli perdeu o título de prédio mais alto de São Paulo para o vizinho Edifício do Banco do Estado. Porém o prejuízo foi a construção da massa gigantesca do Banco do Brasil do outro lado da av. São João no início dos anos 50, fazendo sombra ao Martinelli – que se tornou assim vítima da própria verticalização da qual tinha sido pioneiro.

Nas décadas de 60 e início da de 70, o prédio entra em rápida decadência por uma série de fatores. O prédio se torna uma favela vertical, ocupado por famílias de baixa renda (o Martinelli era uma das poucas opções de moradia barata no centro) em péssimas condições de salubridade. O cenário é de um verdadeiro filme de terror. Nos corredores compridos e sombrios, onde crianças brincavam em meio à promiscuidade, espreitavam ladrões e prostitutas. Os elevadores pararam de funcionar; o lixo deixou de ser recolhido e passou a ser jogado nos poços de ventilação– as montanhas de lixo atingiam dezenas de metros de altura, e permeavam o prédio com um cheiro de morte.

O Martinelli passou a cenário de vários crimes de grande repercussão nos anos 60, como o do menino Davilson, violentado, estrangulado e jogado no poço do elevador. O assassino nunca foi encontrado. Em meio à miséria e à degradação humana, uma igreja evangélica funcionava no 17º andar, atraindo os infelizes e desesperançados moradores do edifício.

Então, em 1975 o recém-empossado prefeito Olavo Setúbal decidiu salvar o edifício. Desapropriou o prédio – foi necessária a intervenção do exército para retirar os moradores mais renitentes – e deu início à restauração. O responsável pelas obras foi o Engenheiro Walter Merlo, chefiando 640 operários. Os sistemas hidráulico e elétrico foram totalmente substituídos, novos elevadores foram instalados, a fachada foi limpa com jateamento de areia. Um moderno sistema de prevenção a incêndios foi instalado, tornando o Martinelli um dos mais seguros da cidade. Em 1979 foi reinaugurado, sendo ocupado por diversas repartições municipais, como a Emurb e a Cohab.

 Deixe um comentário,clicando em Deixar um Comentário,abaixo,

obrigado!

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Bagaça e Morcegão meus amigos Nordestinos


HOMENAGEM DO MÊS AOS MEUS AMIGOS NORDESTINOS
 
A Destac – Engenharia-Arquitetura-Urbanismo,aprovou mais um projeto de grande porte em SAMPA, capital de São Paulo,num lugar extremamente conhecido próximo ao Obelisco do Ibirapuera entre o Posto Obelisco e o Hotel Mercuri na Avenida Vinte e Três de Maio.
 
http://www.autopostoobelisco.com.br/posto.asp 
 
 
Este projeto aprovado em todos os orgãos -Condephaat-Conpresp -Prefeitura do Município de São Paulo,é assinado pelo Eng.Civil Vagner Landi da DESTAC

No local será inaugurado uma Concessionária da BMW -Agulhas Negra,que sofrerá todo o charme de acabamento da marca famosa mundialmente.

Estes novos empreendimentos complementam o eixo direito que vai do Obelisco do Ibirapuera até o viaduto Tutóia,onde situa-se o Posto Obelisco,também projeto aprovado pelos urbanistas da Destac,a nova obra da Concessionária BMW-Agulhas Negras

A principal razão deste post é uma homenagem aos meus amigos nordestinos em especial ao BAGAÇA E MORCEGÃO,juntamente com o  MARINHO e o JEITOSO.

Na foto,eng. Marinho,Bagaça,Jeitoso e Morcegão

Como é importante falar de pessoas que tem no sangue a tradição do trabalho pesado, o amor pela família que muitas vezes longe deles, abrevia-se apenas pela saudade de um dia revê-lo quem sabe a um,dois,três,quatro ou mais anos,mas que a esperança é última que morre,guardando seu dinheirinho para mandar todo mês para sua esposa,mãe ou filhos,lá no Norte/Nordeste querido.

Olha ser amigo de um cara destes, respeitá-los sem preconceito pode crer, você será sempre um amigão e pode contar que sempre estarão do seu lado para o que der e vier.

Parabéns Bagaça,Morcegão,Marinho e Jeitoso,por trabalharem para um Homem Especial chamado PABLO, no qual eu e vocês admiramos muito.

Veja os caras na obra,a força no qual eles carregam uma viga metálica,ainda com um tom de humor,valeu !!!

Bagaça                                                                 

 

 Marinho

                                            Um breve relato da história deste caras que realmente construiram São Paulo e são muito bem vistos por nós paulistanos pela luta por um ideal,amor pela família,honestidade e calor humano,esta é a Homenagem minha para vocês que representam o povo do Ceará (BAGAÇA), da Paraíba (eng.Marinho),de Pernambuco(Morcegão) e do Piauí (Jeitoso)

Dados de Pesquisa,

A geografia pode acusar erro na afirmação, mas São Paulo poderia ser, mesmo que simbolicamente, a capital do Nordeste. Das 10.508.218 pessoas que vivem na capital paulista, 2.047.168 nasceram no Nordeste, de acordo com o último Censo do IBGE, datado de 2000. Esse número representa 19,62% da população

A migração de nordestinos para o estado de São Paulo teve início antes da metade do século XIX basicamente fundamentada na industrialização paulista e na diferença do desenvolvimento dos estados.

 Alguns dados explicam o que está sendo chamado de “migração de retorno”. Com uma escolaridade média de 7,1 anos –bem abaixo dos migrantes de outros Estados e dos paulistas–, os nordestinos que vivem em São Paulo nos últimos cinco anos enfrentam taxa de desemprego de 18,3%, praticamente o dobro da média nacional. O índice é maior até que os 12,5% entre os residentes no Nordeste vindos de São Paulo.

E, se superada a dificuldade em conseguir emprego, o nordestino normalmente preenche uma vaga com salário baixo. Um terço trabalha na construção civil ou em serviços domésticos. Além disso, 67% ganham até um salário mínimo, hoje em R$ 510.

A conseqüência disso é a volta para a região de origem de chefes de família com seus filhos e cônjuges, sendo a maioria jovens.

“Ao invés do que se imagina, não são os idosos, mas sim os jovens que estão voltando. É claramente um problema de inserção no mercado de trabalho”, diz o pesquisador Herton Ellery Araújo, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), responsável por esmiuçar os dados.

“A diferença de oportunidades no Nordeste e em São Paulo antes era tão grande que qualquer coisa atraía o nordestino. Hoje ele já pára para pensar, porque São Paulo não está tão receptivo.”

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Secretário Marcos Penido- Operações Urbanas


Secretário Marcos Penido- Operações Urbanas

Comissão de Finanças recebeu secretário-adjunto da SIURB, Marcos Penido

Com o objetivo de esclarecer dúvidas quanto as obras da Operação Urbana Água Espraiada, a Comissão de Finanças e Orçamento recebeu, nesta quarta-feira (16/06), o secretário-adjunto de Infraestrutura Urbana (SIURB), Marcos Penido.

De acordo com matéria publicada no dia 11 de maio de 2010 no Jornal da Tarde, está prevista a construção de um túnel que ligará a Av. Roberto Marinho à Rodovia dos Imigrantes o que afetará cinco bairros do Jabaquara, Zona Sul da cidade.

 A grande preocupação dos vereadores é saber onde exatamente haverá  desapropriações. Porém o secretário afirmou que o projeto da obra ainda está sendo finalizado. “Precisamos refinar os estudos para identificar as zonas de desapropriações a fim de medir os impactos”, disse.

 Segundo Penido, o valor da obra está calculado em  R$ 2,3 bilhões e a intenção é que essa verba provenha da venda de CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção), que são instrumentos de captação de recursos para financiar obras públicas. Investidores interessados compram do poder municipal o direito de construir além dos limites normais em áreas que receberão ampliação da infraestrutura urbana.

 O vereador Donato (PT) afirmou que atualmente há R$190 milhões (provenientes da venda de CEPACs) na conta da Operação Água Espraiada. “É pouco, temo que o Executivo tenha que suplementar com verba do Tesouro”, disse o vereador.  O prazo para o término das obras é de 30 meses.

 Marcos Penido acredita que quando as obras de requalificação urbana forem iniciadas haverá grande interesse por parte dos investidores.  

Com a promessa do secretário-adjunto de que o projeto final já estará pronto daqui a duas semanas, a Comissão de Finanças agendou uma audiência pública na terça-feira (29/06), às 18h na Câmara.

Palavras do eng.urbanista Vagner Landi,

Conheça bem a Operação Urbana Agua Espraiada ,clicando abaixo e veja como é importante uma Intervenção desta magnitude para uma região e como a revitalização valoriza todo o entorno atraindo novos empreendimentos com uma arquitetura atual e melhorando a qualidade de vida dos moradores locais.

Por esta razão passo aos leitores do meu Blog como é importante lutarmos por uma Operação Urbana na Zona Leste,tomando por  base esta que entrará em vigor ,Água Espraiada na Av. Roberto Marinho,na Zona Sul. 

Defendemos a Celso Garcia e Amador Bueno na Zona Leste,como projeto meu de um Túnel de ligação entre uma Operação Urbana a outra como citado em matérias em jornais e em meu Blog do Túnel Nossa Senhora da Penha com apenas 1540 metros de comprimento unificando as duas avenidas direcionando e simplificando o transito na região Leste da nossa cidade.

Como já defendi em Audiencia Pública,

PORQUE SÓ FAZEM TÚNEIS NA ZONA SUL,VAMOS FAZER TÚNEIS NA ZONA LESTE !!!

http://www.youtube.com/watch?v=sSxcKGr1L-A&feature=player_embedded

 Deixe seu comentário,clicando em comentários abaixo com sua idéia ou proposta,é muito importante,que poderei responder o mais rápido possível.

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Diário do Comércio faz matéria com urbanista


 Cidades – Conselheiro Carrão espera mudanças

Projeto que traria acessibilidade, melhorias no trânsito e valorização do comércio e de imóveis está engavetado.

 

Eng. Urb.Vagner Landi

Veja matéria abaixo por André Alves/DC – 13/6/2010 – 20h44

Uma importante e movimentada avenida da zona leste da capital paulista, a Conselheiro Carrão, está em compasso de espera.  Já existem propostas e um  projeto de revitalização, elaborado por urbanistas do Comitê Técnico de Política Urbana (CTPU) da Distrital Tatuapé da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que mudariam a cara da via, com  melhoria da acessibilidade e do trânsito, valorização dos imóveis e crescimento do comércio local.

Durante reunião realizada na própria distrital, arquitetos e dirigentes da entidade pediram a participação da comunidade na revisão de alguns pontos, a fim de que um projeto completo possa ser encaminhado para a Prefeitura. No encontro, também foi discutida a importância da Operação Urbana Celso Garcia, prevista no Plano Diretor da cidade.

 

Av. Conselheiro Carrão,trecho onde foi proposto a desapropriação,do Córrego do Rapadura até o viaduto Antonio Abdo

Na gaveta

O projeto inicial de revitalização da Conselheiro Carrão começou a ser elaborado pelos urbanistas da distrital há dois anos, a pedido do então subprefeito de Aricanduva/Formosa/Carrão, Vicente Marques. Em 16 de junho de 2008, a subprefeitura o encaminhou para a secretaria municipal de Infra-Estrutura e Obras, onde permanece  engavetado.

“Não entendemos a causa de tanta demora. A revitalização da avenida traria muitos benefícios para a região, como valorização imobiliária e novos empreendimentos comerciais e residenciais”, disse o engenheiro urbanista Vagner Landi, um dos autores do projeto e integrante do CTPU da Distrital Tatuapé.

Projeto

A principal proposta do projeto de revitalização é a criação de duas pistas para o fluxo de veículos em cada sentido da avenida,  além de faixas exclusivas para ônibus nas laterais da via, que tem  3.270 metros de extensão. Para a implantação das pistas, o projeto prevê o alargamento da Conselheiro Carrão por meio da desapropriação de imóveis em uma área de 8,9 mil metros quadrados.

Outras intervenções previstas são a construção de calçadas padronizadas, plataformas elevadas para travessia de pedestres em vários trechos da via, proibição de estacionamento ao longo da avenida – que seria em mão dupla em sua totalidade –, plantio de árvores, instalação de lixeiras, retirada dos canteiros centrais e padronização do mobiliário urbano.

Um dos pontos mais polêmicos do projeto é a proibição de estacionamento junto às guias. Segundo o superintendente da Distrital Tatuapé, José Garris Del Valle, essa medida, se for adotada, poderá prejudicar o comércio local, uma vez que os carros teriam de parar em ruas transversais. “Queremos a participação da comunidade para discutir essa questão. Qualquer decisão tomada não pode prejudicar o comércio”, ressaltou.

Outro ponto contestado pelos comerciantes presentes na reunião diz respeito aos futuros corredores laterais de ônibus, que dificultariam o acesso dos clientes ao comércio. “Pretendemos formar uma comissão para avaliar exclusivamente essas questões”, destacou o coordenador do CTPU, Juarez Neves.

 

 

 

Celso Garcia 

Na reunião foi  destacada também a importância da revitalização da avenida Celso Garcia. A via conta com uma Operação Urbana prevista no Plano Diretor, que ainda não saiu do papel. “Mais de 70% dos imóveis da Celso Garcia estão degradados e cerca de 50% estão com impostos atrasados. A reurbanização é necessária para atrair novos estabelecimentos comerciais, universidades e hospitais. Para dar nova vida à região”, afirmou Landi.

O urbanista, em parceria com outros arquitetos, defende a criação de uma Área de Intervenção Urbana (AIU) no Tatuapé. Entre as intervenções propostas estão o alargamento da Celso Garcia, com a  desapropriação de imóveis, reforma e padronização das calçadas, construção de uma passagem de nível no cruzamento da avenida com a Salim Farah Maluf e a  criação da Operação Urbana Padre Adelino. “O retorno de uma Operação Urbana para a prefeitura é enorme, como a criação de novos empreendimentos comerciais e residenciais e a consequente geração de empregos”, disse.

Após a definição dos pontos polêmicos do projeto de revitalização da Conselheiro Carrão, a Distrital Tatuapé o encaminhará para a subprefeitura de Aricanduva/Formosa/Carrão que, por sua vez, ficará encarregada de  entregá-lo à Prefeitura.

 Acesse o site da matéria do Diário do Comércio,abaixo

http://www.dcomercio.com.br/Materia.aspx?id=47251

 Acesse a página digital do jornal,abaixo,do dia 14 de junho,

dcomercio.digitalpages.com.br/home.aspx

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Operação Urbana Celso Garcia e Av. Conselheiro Carrão


Engenheiro Urbanista Vagner Landi foi o palestrante no dia 10 deste mês na Distrital Tatuapé da Associação Comercial de São Paulo

 Objeto da Palestra: Operação Urbana Celso  Garcia

Projeto de Revitalização da Av. Conselheiro Carrão

  Landi deu início à palestra explicando o termo técnico entre Operação Urbana e Área de Intervenção Urbana.

OPERAÇÃO URBANA: As Operações Urbanas Consorciadas são o conjunto de medidas coordenadas pelo Município com a participação dos proprietários,moradores,usuários permanentes e investidores privados,com o objetivo de alcançar transformações urbanísticas estruturais,melhorias sociais e a valorização ambiental notadamente ampliando os espaços públicos,organizando o transporte coletivo,implantando programas habitacionais de interesse social e de melhorias de infra-estrutura e sistema viário,num determinado perímetro.

ÁREA DE INTERVENÇAO URBANA: São porções de territórios de especial interesse para o desenvolvimento urbano, objeto de projetos urbanísticos específicos, nos quais poderão ser aplicados instrumentos de intervenção, previstos na Lei Federal nº 10.257, de 10 de julho de 2001-Estatuto da Cidade, para fins de regularização fundiária, execução de programas e projetos habitacionais de interesse social, constituição de reserva fundiária, ordenamento e dimensionamento da expansão urbana, implantação de equipamentos urbanos e comunitários, criação de espaços públicos de lazer e áreas verdes, criação de unidades de conservação ou proteção de outras áreas de interesse ambiental.

 

Operação Urbana Celso Garcia,uma avenida esquecida desde o governo Faria Lima,que na opinião do engenheiro não houve até hoje um prefeito ao nível de Faria Lima,que em quatro anos de prefeitura começou as obras do Metrô, abriu as marginais, Avenida Sumaré, 23 de Maio, Rubem Berta,Av. Radial Leste,Av. Rebouças, ergueu o MASP,tudo em apenas 4 anos,fantástico !!!

Landi demonstrou com fotos a degradação da avenida com imóveis fechados,asfalto em má conservação,calçadas sem acessibilidade,iluminação precária,deixando os presentes abismados com o apresentado.

Projetou o lugar como um importante eixo de ligação do centro da cidade até o bairro da Penha que também está contemplado com uma Operação Urbana que é a Amador Bueno,também esquecida no tempo.

Vários imóveis encontram-se degradados nas duas avenidas sendo propícios a desapropriação em seu entorno,viabilizando a maior fluidez para ônibus,automóveis,faixas para motos,bicicletas e até implantação de monotrilho,pois o espaço comportaria em projeto que tem que ser elaborado pelo executivo do governo com a opinião popular em Audiências Públicas.

 

 

ladeira da Penha no bairro histórico de Sampa

Landi tem uma idéia de projeto fantástica que aliviaria o centro do bairro da Penha recuperando os prédios históricos ,eliminando o fluxo contínuo de ônibus e automóveis proporcionando maior atrativo turístico para o centro da Penha que é a interligação de uma Operação Urbana a outra,Celso Garcia com Amador Bueno,com um túnel que teria início na Ladeira da Penha até a Avenida Amador Bueno logo após o Cemitério da Penha,evitando muitas desapropriações,com apenas 1540 metros de comprimento,aliviando o tráfego intenso daquela região.

Detalhe vista aérea do início do Tunel Nossa Senhora da Penha na Ladeira da Penha até a Av. Amador Bueno da Veiga,logo após o Cemitério da Penha com apenas 1540 m

Isto tudo, Landi deixou bem claro que são idéias para contribuir com o poder público para que coloquem em prática com a participação popular para a melhor qualidade dos bairros da Zona Leste de São Paulo.

Vagner Landi e sua sócia a Arqta Paula Zanelato

 

Outro assunto em pauta foi o projeto apresentado oficialmente da Av.Conselheiro Carrão elaborado por Landi e sua equipe,entregue na época para o subprefeito Vicente Marques,o qual já está na Secretaria de Infra Estrutura da Prefeitura para análise há dois anos.

Alguns comerciantes presentes criticaram o projeto,pois foi excluído o estacionamento ao longo da avenida de ambos os lados para seis pistas de rolamento sendo duas para ônibus e quatro para automóveis,com alinhamento padrão para as calçadas,reforma do mobiliário urbano,revitalização urbanística dentro dos padrões prefeitura.

Quanto ao estacionamento Landi argumentou que o pedido do subprefeito foi para fluidez melhor do transito que é um fato agravante hoje nesta avenida e o aproveitamento melhor de espaços perdidos, mas pode-se mudar o projeto para que seja implantado estacionamento de ambos os lados para satisfazer os comerciantes antigos da região, mas por outro lado prejudica a fluidez do transito,pois hoje o comércio está jogando estacionamento para dentro do estabelecimento tendo a seu favor o rebaixamento de 50% da guia em frente de sua loja.

A visão que Landi  é para atrair grandes empreendimentos comerciais e residenciais para a região, pois a Av. Conselheiro Carrão tem seu charme especial e é um importante eixo de ligação do bairro do Tatuapé para a Vila Carrão e Vila Formosa.

Após a apresentação Landi foi homenageado com um diploma da Associação Comercial de São Paulo, entregue pelo Superintendente José Garris Del Valle e pelo Coordenador de Política Urbana Juarez Neves

 

 

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Faria Lima, “O Melhor Prefeito de SP”


  Faria Lima,sem dúvida “O Melhor Prefeito de SP”

                                                                                                              Prefeito Faria Lima

(Rio 7/10/1909 – 4/9/1969),

este foi o melhor de todos

 

 

 

Urbanista engenheiro Vagner Landi faz esta homenagem ao melhor prefeito até hoje da cidade de São Paulo” – Prefeito de São Paulo de 1965 a 1969

Homenagem ao melhor prefeito até hoje,que São Paulo já teve,sem dúvida nenhuma “Brigadeiro Faria Lima”

 “Resgatar a importância dele para nossa história com muitas honrarias ao militar é pouco na comparação aos muitos prefeitos e prefeitas que vieram após 1969.

Muitas homenagens foram organizadas, desde o início do ano, pelo economista e ex-deputado federal José Roberto Faria Lima, sobrinho do homenageado. “Sentia a necessidade de prestar uma homenagem ao tio José, pela pessoa que ele foi e por tudo o que fez”, justifica.

Nascido no Rio, Faria Lima ingressou na Força Aérea Brasileira (FAB) aos 21 anos. Galgou postos até chegar à patente de brigadeiro do ar. Desde os tempos de Colégio Militar, já mostrava muita aplicação. Nos anos 30, voou muito pelo interior do País, atuando no Correio Aéreo Nacional.

Faria Lima especializou-se em Engenharia na Escola Superior de Aeronáutica da França. Teve participação ativa na criação do Ministério da Aeronáutica e chegou a presidir a Vasp.

Sua gestão na Prefeitura de São Paulo ficou marcada por obras como as Marginais do Tietê e do Pinheiros, as Avenidas Sumaré, Radial Leste, 23 de Maio e Rubem Berta, além do início do metrô. “Ele era um homem enérgico e acompanhava pessoalmente os canteiros de obras criados na cidade”, conta seu sobrinho. ” Madrugava, dirigindo seu Fusquinha vermelho.”

Biografia do prefeito Faria Lima

José Vicente Faria Lima (1965-69) O Brigadeiro José Vicente Faria Lima foi certamente o maior realizador de obras que a cidade teve. Pode-se discutir a sua escala de prioridades ou a pouca atenção dada ao verde, mas existe um consenso quanto ao reconhecimento de seu inspirado dinamismo. Uma vez disse:

“A cada ano crescemos uma nova Brasília, a cada dois uma nova Curitiba e a cada três uma nova Porto Alegre. É preciso construir e trabalhar muito”. E ele não fez outra coisa durante os quatro anos em que ficou responsável pela Prefeitura.

Acordava às 5 da manhã e lia os principais jornais. As 7 ligavam para a casa dos secretários e assessores comentando as notícias e a agenda do dia. Às oito horas já estava no gabinete despachando, quando não estava no helicóptero amarelo que o transportava para os canteiros de obras. Das empreiteiras cobrava ao pé da letra o respeito aos prazos contratados. Sua autoridade era sentida em todos os níveis da administração municipal.

Opinião do Engenheiro Urbanista Vagner Landi

Faria Lima, sem dúvida nenhuma, vai demorar em termos um prefeito ao nível de atuação como ele, pois em tão pouco tempo fez obras que marcaram até hoje a cara de São Paulo.

“Tinha um predicado essencial, pensava vinte, trinta anos na frente, com obras que na ignorância de muitos da época, falavam – Este cara é louco, fazer uma avenida deste tamanho”

Na verdade os políticos que vieram após Faria Lima, não chegaram a 50 %, nem em duas gestões seguidas, podemos falar de quem chegou mais perto dele foi Paulo Maluf,mas foi engolido por sua ganância pelas comissões de obras.

Lembro quando eu tinha uns oito anos de idade, na construção da Radial Leste que atravessa meu querido Tatuapé, brincávamos na tubulação de esgoto em construção sob as atuais vias da avenida. Muitos na época evocavam que ele era um exagerado com aquela obra vultosa, mas vemos que hoje, a Radial já está pequena, enquanto a Celso Garcia ficou parada no tempo.

Se Faria Lima fosse vivo já tinha colocado em projeto todas as Operações Urbanas previstas no Plano Diretor de São Paulo e já teria forçado os vereadores a revisar o Novo Plano Diretor,não deixando São Paulo parado como está hoje,sendo engolido por grandes congestionamentos.

História,

Sabe quem começou as obras do Metrô, quem abriu as marginais, Avenida Sumaré, 23 de Maio, Rubem Berta,Av. Radial Leste,Av. Rebouças, ergueu o MASP,tudo em apenas 4 anos,fantástico não é !!!

Ele seria o futuro presidente da república indicado na época pela junta militar provisória, poderia ter mudado o rumo da política brasileira.

Vejam este trecho histórico descrito abaixo,

Naquele dia em 1969 em que teve a informação que iria ser indicado para a presidência numa homenagem no Correio Aéreo Nacional, do qual foi um dos fundadores e combinou neste almoço para conversar com o Marechal Osvaldo Cordeiro de Farias (1901-1981), no mesmo prédio em que moravam no Rio de Janeiro, mas logo em seguida sofreu um mal estar e teve um acidente vascular cerebral, provavelmente o ataque resultou das fortes emoções. ( Este trecho foi descrito pelo engenheiro José Meiches,83 anos que foi o secretário de obras do Brigadeiro Faria Lima em 1965-1969)

 

Relatei este fato e sempre levo o  nome de Faria Lima como o melhor prefeito que São Paulo já teve,pois sou um estudioso em política urbana principalmente em nossa capital e acompanhei em todos estes anos os desmazelos que vários prefeitos fincaram seu nome em nossa cidade.

Sabemos que São Paulo cresceu assustadoramente nestes últimos quarenta anos,que após Faria Lima tivemos, Paulo Maluf,Miguel Colasuonno,Olavo Setúbal,Reynaldo de Barros, Antonio Salim Curiati,Mario Covas,Janio Quadros,Luisa Erundina,Paulo Maluf,Celso Pitta,Marta Suplicy,José Serra e Gilberto Kassab

São Paulo começou a crescer assustadoramente a partir da década de 30, justamente quando surgiram as prefeituras e até hoje não sabemos onde vamos parar.Com o passar do tempo, notamos que a maioria deles só fez política,encobriram a corrupção e poucos fizeram,deixando nossa cidade numa total “Zona Urbanística” num sentido bem pejorativo da palavra.Da relação abaixo, sem dúvida nenhuma o melhor foi José Vicente Faria Lima, que tinha uma visão há 30 anos à frente.

Outro que podemos destacar em realizações de obras importantes na capital é Paulo Salim Maluf,que tem um histórico de grandes realizações na sua vida pública,mas peca pelos inúmeros processos de suspeitas de corrupção .A lastimável indicação do seu sucessor Celso Pitta,eleito em virtude da grande porcentagem de 93% de aprovação de Maluf como prefeito,mas Pitta fez um governo aberto aos vereadores com negociatas e escândalos,abalando a popularidade de Maluf,pois em suas frases famosas como;Se Pitta não for um bom prefeito nunca mas votem em mim !,Estupra mas não mata !

Marta Suplicy com gastos astronômicos, poucas obras interessantes e a famosa frase “Relaxa e Goza”

O atual  Gilberto Kassab tem mostrado um esforço tremendo,mas sua popularidade caiu tanto que nem pode hoje subir no palanque de Serra,com um aumento de IPTU de 35 a 45% e o fechamento com sua fiscalização voraz,de muitos comércios com selo Lacrado que geravam muitos empregos.

Estas situações de ações destes prefeitos que levam a população ao descrédito, pois pagamos tantos impostos nesta cidade e o retorno é pífio em educação, saúde e qualidade de vida.

Discutimos muito em meu Blog, O Novo Plano Diretor de São Paulo,A Revisão do Código de Edificações e Zoneamento da Cidade,mas precisamos de Prefeitos que amem nossa cidade e não pensem apenas em interesse próprio e sim na melhor qualidade de vida para todos nós que moramos e trabalhamos nesta cidade.

 

Anexo:Lista de prefeitos da cidade de São Paulo,sua história e realizações

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Prefeito de São Paulo)

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Esta é uma lista de intendentes, interventores e prefeitos do município de São Paulo. De 1899 a 1914, o chefe do poder executivo municipal chamava-se intendente e a prefeitura, intendência. Somente a partir de 1930 é que surgiram as prefeituras como hoje a conhecemos.

[editar] Intendentes, Interventores e Prefeitos

Nome início do mandato fim do mandato Observações

 

 

    5 de dezembro de 1931    
12 Silva Teles 24 de maio de 1932 2 de outubro de 1932 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
Artur Sabóia 3 de outubro de 1932 28 de dezembro de 1932 interinamente
13 Teodoro Augusto Ramos 29 de dezembro de 1932 1 de abril de 1933 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
Artur Sabóia 2 de abril de 1933 22 de maio de 1933 interinamente
Osvaldo Gomes da Costa 23 de maio de 1933 30 de julho de 1933 interinamente
Carlos dos Santos Gomes 31 de julho de 1933 21 de agosto de 1933 interinamente
14 Antônio Carlos de Assunção 22 de agosto de 1933 6 de setembro de 1934 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
15 Fábio da Silva Prado 7 de setembro de 1934 31 de janeiro de 1938 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
Paulo Barbosa de Campos Filho 1 de fevereiro de 1938 15 de fevereiro de 1938 interinamente
16 Fábio da Silva Prado 16 de fevereiro de 1938 30 de abril de 1938 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo

 

16 Fábio da Silva Prado 16 de fevereiro de 1938 30 de abril de 1938 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
17 Prestes Maia 1 de maio de 1938 10 de novembro de 1945 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
18 Abraão Ribeiro 11 de novembro de 1945 14 de março de 1947 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
19 Cristiano Stockler das Neves 15 de março de 1947 28 de agosto de 1947 prefeito nomeado pelo interventor federal no estado de São Paulo
20 Paulo Lauro 29 de agosto de 1947 25 de agosto de 1948 prefeito nomeado pelo governador do estado
21 Milton Improta 26 de agosto de 1948 3 de janeiro de 1949 prefeito nomeado pelo governador do estado
22 Asdrúbal da Cunha 14 de janeiro de 1949 27 de fevereiro de 1950 prefeito nomeado pelo governador do estado
23 Lineu Prestes 28 de fevereiro de 1950 31 de janeiro de 1951 prefeito nomeado pelo governador do estado
24 Armando de Arruda Pereira 1 de fevereiro de 1951 7 de abril de 1953 prefeito nomeado pelo governador do estado
25 Jânio Quadros 8 de abril de 1953 6 de julho de 1954 prefeito eleito
Porfírio da Paz 7 de julho de 1954 17 de janeiro de 1955 vice-prefeito eleito

 

26 Jânio Quadros 18 de janeiro de 1955 5 de fevereiro de 1955 prefeito eleito
27 William Salem 6 de fevereiro de 1955 1 de maio de 1955  
28 Juvenal Lino de Matos 2 de julho de 1955 10 de abril de 1956  
29 Vladimir de Toledo Piza 11 de abril de 1956 7 de abril de 1957  
30 Ademar Pereira de Barros 8 de abril de 1957 7 de abril 1961 prefeito eleito
31 Prestes Maia 8 de abril de 1961 7 de abril de 1965 prefeito eleito
32 José Vicente Faria Lima 8 de abril de 1965 7 de abril de 1969 prefeito eleito
33 Paulo Maluf 8 de abril de 1969 7 de abril de 1971 prefeito nomeado pelo governo estadual
34 José Carlos de Figueiredo Ferraz 8 de abril de 1971 21 de agosto de 1973 prefeito nomeado pelo governo estadual
Brasil Vita 22 de agosto de 1973 27 de agosto de 1973 interinamente
35 Miguel Colasuonno 28 de agosto de 1973 16 de agosto de 1975 prefeito nomeado pelo governo estadual

 

36 Olavo Setúbal 17 de agosto de 1975 11 de julho de 1979 prefeito nomeado pelo governo estadual
37 Reinaldo de Barros 12 de julho de 1979 14 de maio de 1982 prefeito nomeado pelo governo estadual
38 Antônio Salim Curiati 15 de maio de 1982 14 de março de 1983 prefeito nomeado pelo governo estadual
Francisco Altino Lima 15 de março de 1983 10 de maio de 1983 interinamente
39 Mário Covas 11 de maio de 1983 1 de janeiro de 1986 prefeito nomeado pelo governo estadual
34 Jânio Quadros 1 de janeiro de 1986 1 de janeiro de 1989 prefeito eleito
35 Luiza Erundina 1 de janeiro de 1989 1 de janeiro de 1993 prefeita eleita
36 Paulo Maluf 1 de janeiro de 1993 1 de janeiro de 1997 prefeito eleito
37 Celso Pitta 1 de janeiro de 1997 25 de maio de 2000 prefeito eleito
Régis de Oliveira 26 de maio de 2000 13 de junho de 2000 vice-prefeito eleito
37 Celso Pitta 14 de junho de 2000 1 de janeiro de 2001 prefeito eleito
38 Marta Suplicy 1 de janeiro de 2001 1 de janeiro de 2005 prefeita eleita
39 José Serra 1 de janeiro de 2005 31 de março de 2006 prefeito eleito
40 Gilberto Kassab 31 de março de 2006 1 de janeiro de 2009 vice-prefeito eleito
Gilberto Kassab 1 de janeiro de 2009 atualidade prefeito reeleito

 

Obtido em “http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_prefeitos_da_cidade_de_S%C3%A3o_Paulo

 

 

 

 

 

 

 

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LA RIOJA do amigo Salvador Issa Gonzalez


LA RIOJA do amigo Salvador Issa Gonzalez

Salvador Issa Gonzalez ,simpatia acima de tudo e um novo grande amigo e cliente da DESTAC.

Estivemos com Salvador que nos recebeu com o maior carinho e tomamos aquele cafezinho gostoso juntamente com Luiz Carlos Perez seu gerente administrativo.

A satisfação em tê-los como cliente é muito grande !!!

HISTÓRIA

GRUPO LA RIOJA
Um pouco de nossa história de trabalho

A história do Grupo La Rioja começa nos anos 40, quando o patriarca Salvador Gonzalez Rodriguez iniciou suas atividades com uma Banca de Verduras no Mercado Central de São Paulo, comercializando côco, cebola e hortaliças.

Na época, abastecia a cozinha da Força Pública (atual Polícia Militar), Exército, escolas e outros estabelecimentos.

Seu Filho, Salvador Issa Gonzalez, que desde os 7 anos de idade acompanha seu pai no trabalho, foi tomando gosto pelas atividades de comerciante de gêneros alimentícios e aos 14 anos já exercia o cargo de vendedor na zona cerealista.

Em 1970, enquanto o Brasil conquistava o tricampeonato mundial de futebol, Salvador (filho) abria seu escritório no prédio da Bolsa de Cereais de São Paulo. Em seguida veio um pequeno atacado no bairro do Brás que comercializava azeitonas, frutas secas, palmito e bacalhau. A década de 90 foi importantíssima para a família Gonzalez com a fundação da primeira Loja La Rioja.

A terceira geração traçando as linhas do avô, deu um novo impulso à Empresa. Os netos Rodrigo, à frente da área comercial e Simone, da Financeira, com muito trabalho e dedicação deram um significativo impulso aos negócios e iniciaram o que é hoje – orgulhosamente chamado – Grupo La Rioja.

Atualmente a La Rioja é um dos maiores grupos brasileiros de importação de bacalhau, azeitonas, frutas secas, bebidas, queijos, conservas e outras especiarias. A lista não para de crescer, mantendo a tradição de importar somente produtos de excelente qualidade. Os representantes do Grupo La Rioja em todo Brasil trabalham com uma completa linha de alimentos e bebidas importadas. A estreita relação com fornecedores, o empenho da equipe de vendas, o comprometimento de todos os amigos e funcionários e, é claro, o prestigio dos clientes alavancaram o crescimento do grupo.

A marca La Rioja – hoje conhecida no Brasil e no mundo – foi batizada assim devido à simpatia que Salvador (filho) sente pela região da Argentina de mesmo nome, onde existe vasta plantação de azeitonas de muito boa qualidade e pela região da Espanha, também chamada La Rioja, onde se produz o melhor vinho da Espanha. Assim, o grupo La Rioja, inspirado pelos campos das oliveiras Argentinas e pelos parreirais Espanhóis, entra no novo milênio levando cada vez mais qualidade às mesas brasileiras.

 Entre no site : http://www.larioja.com.br/nossa_historia.php

Arquiteta Paula,Luiz Carlos Perez,Salvador Issa Gonzalez e Vagner Landi

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Acta Design cria nova personalidade para a Destac


Acta Design cria nova personalidade para a Destac

 Shirley Mika com Paula ,Vagner e Helena Werneck na Destac

A Destac reconhece o excelente trabalho desta empresa de prestação de serviços na área de design gráfico, buscando o fortalecimento de empresas de todos os ramos.

Nós profissionais e prestadores de serviços ficamos contentes quando nosso serviço é reconhecido e elogiado por nossos clientes e agora somos nós que enviamos elogios a esta excelente empresa, que é a ACTA DESIGN, que está desenvolvendo novo visual para a Destac.

Tivemos a satisfação em receber em nosso escritório à simpática Shirley Mika, sócia da Acta.

Parabéns para Shirley e sua sócia Islânia Batista, pelos trabalhos desenvolvidos para as melhores e bem conceituadas empresas que têm o bom gosto de trabalhar ao nível da Acta Design.

http://www.actadesign.com.br/

a Destac agradece !!!

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