Praça em homenagem a vítimas do acidente da TAM inaugurada em São Paulo há sete meses apresenta problemas

Praça em homenagem a vítimas do acidente da TAM  inaugurada em São Paulo há sete meses apresenta problemas

 

Fotos para Blog N Y 004Eng.Urb.Vagner Landi

A Praça em homenagem  a vítimas do trágico acidente do vôo 3054 da TAM,apresenta vários problemas construtivos,falta de manutenção elétrica,jardins e acabamentos em apenas sete meses,onde por lei a responsabilidade construtiva é de cinco anos.

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Os problemas já foram apontados por jornais e televisão e até agora as autoridades não tomam conhecimento a ponto dos pais das vítimas comprarem lâmpadas ,pois no local muitas encontram-se apagadas.

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É triste para quem não teve seu ente querido perdido para sempre presenciar este descaso das autoridades,uma pela demora da entrega da obra e agora pela péssima manutenção vinda já da administração passada e continuada pela atual administração,imaginamos para quem perdeu seu filho sagrado,que leva flores ao lado do nome cravado no concreto com atuais infiltrações de água e outros descasos a olho nu.

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Como seria interessante ao atual prefeito fazer uma visita até o local e cobrar da subprefeitura local e da construtora que construiu a praça e recebeu pelo serviço e ter mais compaixão a quem sofreu com a perda dos seus 199 filhos e a quem frequenta a praça como lazer.

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Veja abaixo publicações em mídia desde a inauguração,

O acidente

http://www.youtube.com/watch?v=Y5NiSVW2SWI

 

A Inauguração

PUBLICADO EM 17/07/2012

http://globotv.globo.com/rede-globo/bom-dia-brasil/v/praca-memorial-e-construida-no-local-do-acidente-com-aviao-da-tam-em-congonhas/2044241/

 

17/07/2012 – 23h21

Praça Memorial 17 de Julho, projetada em homenagem às 199 vítimas do acidente aéreo ocorrido há exatos cinco anos no local. Naquele dia, o avião da TAM vindo de Porto Alegre saiu da pista do Aeroporto de Congonhas, zona sul paulistana, e bateu contra um prédio fora do terminal.

O Memorial 17 de Julho terá uma esplanada onde está prevista instalação de 199 pontos de luz embutidos para simbolizar cada uma das vítimas e custou R$ 3,6 milhões e começou a ser construído em 2011.

Memorial dos mortos da TAM está abandonado

Criada para homenagear as vítimas do voo 3054, a praça está sem iluminação, com rachaduras e suja

CRISTINA CHRISTIANO( Diario de São Paulo)

Pouco mais de  seis meses após a inauguração da Praça Memorial 17 de Julho, construída em frente ao Aeroporto de Congonhas em homenagem às 199 vítimas do voo 3054 da TAM, em 2007, o local batizado de solo sagrado pelas famílias dos mortos está sem iluminação, com rachaduras no anel de concreto da fonte, mato por cortar e repleto de sujeira.

“Outro dia tinha até casca de abacaxi e pontas de cigarro na água”, lamenta o comerciante José Roberto Silva, pai da comissária Madalena Silva, de 20 anos, que estava entre os mortos. Ele e a mulher, Therezinha, se dividem entre Porto Alegre e São Paulo apenas para cuidar da manutenção da praça com dinheiro do próprio bolso.

“A decisão foi nossa. Gastamos cerca de R$ 1,8 mil por mês na limpeza”, diz Roberto. Segundo ele, das 300 lâmpadas da praça, apenas duas acendem. “Está escuro há um mês. Eu compro as lâmpadas, mas tem de mexer na parte elétrica e não sei fazer esse serviço”, afirma.

Roberto conta que várias empresas se ofereceram para cuidar  da praça, mas, na hora de contribuir com o dinheiro, todas somem. “Já coleciono  19 cartões de firmas”, ironiza.

Em nota, a Subprefeitura Santo Amaro diz que faz a varrição diariamente e a lavagem quando necessário. Mas promete reforçar os serviços a partir desta segunda-feira. Sobre iluminação e rachaduras, afirma que vai acionar a empresa responsável pela obra para os reparos.

José Roberto Silva diz que, apesar de ter se passado cinco anos e meio do acidente, para ele  parece que a tragédia com o vôo da TAM aconteceu ontem. “Não passo um dia sem sentir saudade da minha filha”.  Quando acordo, falo bom-dia para a filha que ficou (Suelem, de 22 anos) e vou à sacada cumprimentar a Madalena (a que morreu)”, conta.  A comissária morava com a família em Porto Alegre e não precisava ter vindo a São Paulo naquele dia, mas como tinha de se apresentar à chefia na manhã seguinte, ficou com medo de se atrasar devido a nevoeiros.Por isso pegou o vôo Por isso, pegou o vôo 3054.

“Infelizmente, o dinheiro sempre fala mais alto. Quando acontece uma tragédia, a gente sempre ouve falar que aquilo não pode se repetir,  mas sempre se repete por causa disso”, lamenta o pai.  José Roberto fez 32 camisetas com a foto da filha, uma para cada dia. “Para mim, cuidar da praça ajuda a extravasar a dor.  Já minha mulher se doa 100% como voluntária da Cruz Vermelha

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Sobre engvagnerlandi

Engenheiro Civil , formado Pela Faculdade de Engenharia São Paulo na capital paulistana , Especialista em Uso e Ocupação do Solo , Plano Diretor e Aprovações de Projetos e Licenciamentos na Grande São Paulo. Tem o Urbanismo como convicção , sempre defendendo uma Melhor Qualidade de Vida para os bairros de SAMPA
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